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Feito com Amor – finalmente o relato!
Depois de mais de 1 mês, finalmente conto pra vcs, através das fotos lindas da Flavia {Flavius Fotografia} como foi nosso encontrinho fofo no dia 19.06.
{o evento foi no atelier le modiste. todos os móveis e objetos estão à venda. não dá vontade de morar?}
{as meninas papeando e degustando comidinhas do buffet f barros}
{a mesa das delícias tinha doces da Rafaella Panisset, As Coisas de Alice, El Maestro e Olenka}
{as noivas foram muito mimadas. ganharam telinhas de coração da Love for Sale, cadernetas da Dupla de Duas, canecas e bottons da Carinhas Personalizadas e revistas Inesquecível Casamento}
{logo na entrada as noivas podiam tirar fotos no estudio montado pela Scrapbook e deixar msgs instantâneas no telão}
{a designer de joias Renata Rose mostrou seu trabalho de jóias personalizadas}
{o maquiador Josef Chasilew embelezou (ainda mais) a noiva e decoradora Ana Hoffmann e falou sobre make e cabelo p noivas}
{a simpática Sol Azulay conversou com as noivinhas sobre vestidos e acessórios de noiva e o trabalho do atelier}
{fizemos diversos sorteios!}
{e divulgamos a coleção nova de convites da Lucena Convites}
A decoração ficou a cargo da Petits Mariages, as bebidas foram cedidas pela FTP Wines e o video do evento foi da NikMaia Movies!
Foi uma tarde muito agradável, as noivas sorteadas ficaram super felizes e eu mais ainda! Aguardem as próximas edições! =]
Gente, essa idéia é de babar e foi executada lindamente pela decoradora Lanna Correa. Imagine chegar num casamento e ser recebido com uma mesa assim! Com direito a mate da praia, biscoito globo e picolé itália!! Adorei!
Hoje estava no consultório do oftalmo e, esperando pra ser atendida, folheei uma revista Cláudia de 2003. Fui capturada por essa crônica (claro, sobre casamento, meu assunto favorito) e qd cheguei em casa procurei pela inet pra postá-la pra vcs.

Sobre taças e cálices. Ou: o que o casamento me ensinou sobre o amor. *
*Revista Cláudia ( Junho de 2003)
Sempre que me convidam a opinar sobre casamento inevitavelmente me vem à cabeça taças de champanhe e cálices de vinho.
Essas taças e esses cálices são os que ganhamos, minha mulher e eu, no dia do nosso casamento. Na lista de casamento, as taças e os cálices são os meus itens preferidos. Claro que geladeiras, por exemplo, são literalmente um presentão. E que presentinhos como tupperwares não são incríveis no estilo originalidade, mas são práticos, sim, e necessários e bem-vindos. Mas quem dá taças ou cálices não está se preocupando com a vida prática. Está, na verdade, investindo na comemoração, na alegria, no momento especial, no tintim.
Imagine um dia na vida de recém-casados.
Eles despertam. Usaram, assim, os lençóis que foram presente da vovó. Tomam café usando as xícaras que foram presente de uma das sogras. Têm um longo dia de trabalho usando as underwears que ganharam de um dos cunhados. Voltam para casa pensando no que vão fazer com o bendito conjunto de fondue que ganharam da vizinha. Ou, antes: onde enfiar a maldita racleteira do bendito conjunto de fondue. Ao chegar, tomam banho usando as toalhas que ganharam de um dos sogros. Logo depois do jantar (em que eles usam as travessas que ganharam de uma das cunhadas), o casal coloca um cd (que era dele antes do casamente), acende um incenso (que ela tinha desde que namorava outro cara) e bebe um vinho.
Finalmente, comungam, um dando atenção a si e ao outro, um chegando a si e ao outro. Pois é nesse instante, breve se pensarmos nas muitas horas do dia, que o casal está convivendo com o presente de um grande amigo do peito: os cálices.
Se o vinho e o papo forem bons, provavelmente os lençóis, presente da vovó, serão bem utilizados em seguida.
E o ciclo no próximo dia se repetirá, até um novo momento de paz, este, quem sabe, com champanhe e com o presente de uma grande amiga do peito: as taças.
Taças e cálices são o que fazem o casamento não ser, argh, um matrimonio, e uma mulher não ser, argh, uma esposa. Mas se você esta imaginando que o casamento me faz pensar em taças e cálices porque acredito que uma vida a dois não resiste sem doses de carinho, sem momentos de delicadeza, sem intervalos amorosos, isso é verdade. Mas não é toda verdade.
A verdade.
O casamento também me faz pensar em taças e cálices porque casamentos duram, duram, duram e um dia essas taças e esses cálices começam a quebrar. Sim, quebra uma taça em um jantarzinho a luz de velas, quebra outra em uma festa de aniversário, quebra um cálice quando os dois, meio bêbados, se encaminham até o quarto, quebra outro por descuido, na pia da cozinha. E quebram várias e vários quando chegam os filhos. Assim, a gente vê ali, no armário da sala, a passagem do tempo. Nossa coleção de copos (difícil achar sinônimos para taças e cálices) vai sofrendo dramáticas e terríveis baixas… (repare: as fotos na prateleira também estão ficando mais desbotadas a cada dia).
E ali na frente do armário, parado no meio da sala a gente se pega perguntando: apenas as taças e os cálices não resistirão à longevidade do casamento? O nosso frágil amor resistirá? Quebraremos nós também, eu um cálice, ela uma taça?
Será que o tempo, implacável, exige que um homem, pra continuar cônjuge, seja resistente e opaco feito um tupperware? E que uma mulher seja forte e fria feito uma geladeira? Não. Sinceramente acho que não.
Taças e cálices ensinam que a fragilidade é bem-vinda. É mais que bem-vinda: é fundamental. É bom que, com o tempo, as coisas se quebrem, mesmo que sejam coisas muito queridas por nós. Cacos, vamos assim dizer, são didáticos.
Cacos didáticos?
As pessoas costumam dizer que vão perdendo as ilusões à medida que o tempo passa. E falam isso como se fosse ruim se desiludir. Perder ilusões é sabedoria. Ilusão é truque. Ilusão é mentira, ilusão é ilusão. Não acredita? Olhe no dicionário. Ou olhe pra vida.
Amor é amor quando você prefere sua mulher a uma mera tapeação. Amor é amor quando você aprecia mais seu homem bronzeado do que um sonho dourado.
E é isso que o casamento ensina sobre amor – ou ao amor.
Quando você perde ilusões ganha na vida real. Em vez de ficar perseguindo uma quimera, descobre que já chegou, faz tempo a um bom lugar. A sua própria casa.
Sábios copos.
Por isso que o tema casamento me remete a taças de champanhe e cálices de vinho, às taças e aos cálices que ganhamos, minha mulher e eu, na festa de casamento.
Esses copos chegaram a nossa vida em um dia de celebração. Depois, com o tempo, se revelaram parceiros sempre que a celebração, não importando o dia, voltava a tomar conta das nossas vidas.
E então, esses sábios copos despediram-se na hora certa, a tempo de deixar bem claro que a celebração, afinal, não estava neles. Mas em nós, marido e mulher. A ponto de hoje em dia, o marido e a mulher estarem convencidos de que é preciso comprar taças e cálices novos para casa. Os deuses estão exigindo novos sacrifícios em nome da saúde desse casal. Precisamos fazer novos brindes, quebrar novas taças, estraçalhar novos cálices.
Transparências
E como casamento também me remete a taças e cálices, casamento acaba me remetendo a transparências. Faz sentido.
Quando mais tempo duas pessoas convivem, mais elas ficam transparentes uma para outra.
E isso não é ruim.
Isso é AMOR!
Marcelo Pires
Quase toda noivinha tem dúvidas sobre qual espumante servir no seu casamento. Antes de casar eu só sabia que Champanhe era o espumante fabricado na região com esse nome, na França. Mas o que seriam as denominações Brut, Demi Sec e afins? E o modo de fermentação? E qual casa com que tipo de comida? Preciso servir um tipo diferente com salgados e doces? Muitas questões! Vou tentar fazer um glossário simples para ajudar na melhor escolha, ok?
Brut, Demi Sec e afins: trata-se da adição de açucar na bebida. Os espumantes da classe Brut são os que receberam menos açucar em sua fabricação. A ordem é a seguinte (do menos doce pro mais doce): Extra Brut, Brut, Demi Sec, Sec e Doux. O Brut e o Demi Sec são os queridinhos pq casam bem com comidas doces e salgadas, logo vc pode servi-los na sua festa sem susto.
Métodos de fabricação: Os mais comuns são o Champagnoise (ou Tradicional) e o Charmat. O primeiro é o mais caro e requintado, em que a uva fica em fermentação por anos e o resultado são espumantes ricos em sabor e ideais para degustações. O famoso Champanhe é fabricado por esse método. Já o Charmat é um método mais barato pq as uvas levam poucas semanas em fermentação. São ideais para festas e ocasiões elegantes mais descontraídas. Lembre-se de que nem sempre um espumante feito pelo método Tradicional é melhor q um Charmat, ok? Existem ótimos espumantes a preços honestos que não fazem feio frente a um Champagnoise.
Prosecco: é uma casta de uva branca originária da Itália, mas já existem Proseccos de diversos países, inclusive brasileiros. O método usado para produzir o espumante Prosecco é o Charmat.
Espumante Rosé: muito na moda em casamentos, o Rosé é feito com uvas tintas, ou uma mistura de tintas e brancas, e tem em seu favor a acidez mais controlada. Ele não é tão refrescante quanto os brancos, mas sua principal vocação é a harmonização com a gastronomia, por ser bem versátil.
Por fim, algumas dicas para a escolha e compra das bebidas da sua recepção:
- Prefira sempre comprar uma parte das bebidas em consignação, assim vc evita que falte e não gasta demais. Lembre-se que bebidas geladas não podem ser devolvidas, ok?
- A maioria dos buffets empresta taças flute para servir os espumantes, não esqueça de pedir isso a eles caso vc não tenha uma cerimonialista que o faça.
- Prove o espumante que vc planeja comprar. Algumas distribuidoras de bebidas oferecem uma degustação a possíveis compradores. Se não for o caso, compre algumas garrafas diferentes e faça uma degustação vc mesma e seu noivo. É importante que vc goste da bebida que será servida no seu casamento! =]
- Calcule 1 garrafa de espumante para cada 2 pessoas caso ele seja servido durante toda a festa e 1 a cada 8 caso seja apenas na hora do brinde.































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