O dia 26/11/11 amanheceu com um solzinho tímido que logo se escondeu. Mas a Gika, essa noiva linda, já tinha tomado precauções sobre a chuva q insistia em querer cair. A noiva se atrasou um pouco, mas foi o tempo certinho pro céu firmar e permitir q a cerimônia fosse realizada no jardim perfeito do Restaurante dos Esquilos.
A celebração, que foi feita por familiares e padrinhos e terminou com balões de coração subindo aos céus, emocionou muito a todos! Sempre digo e continuarei repetindo por muitos anos: é uma benção ter uma profissão q me permite testemunhar momentos tão lindos!
Fiquem com as fotos!
As fotos são do Kiwi Studio! Mais fotos e ficha completa aqui!
Em novembro foi a vez do grande dia da Flavinha, pessoa especial dessas q vc agradece aos deuses por ter conhecido, sabe? E o dia, mesmo com chuva, foi abençoado. A festa estava linda com a decor da Petits Mariages!
Muito amor pra esse casal querido!
As fotos são da Sandra Guedes e a ficha técnica vc encontra aqui!
Dia 26/11 casou a Gika, ilustradora talentosa e pessoa mais que especial. Daí, alguns dias depois, recebo essa msg fofa na minha caixa de entrada.
“Ó.
Preciso te dar o feedback também.
- Primeiro te agradecer por ser um porto-seguro em todos os meus momentos de agonia e desespero.
- Segundo reafirmar que não quero que vc saia da minha vida porque vc agora é minha amiga.
- Terceiro te contar que meus amigos todos te ADORARAM já te chamam de “Julinha”(hahaha), e todo mundo tá comentando que a festa foi ótima, que foi a “melhor festa q já foram na vida” porque estava organizada, tranquila, que todas “as meninas” eram umas queridas, muito educadas e delicadas.
^^
OBRIGADA. Mesmo!”
Daí a cerimonialista vira manteiga derretida, né? =]
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Prill & Rafael // fotos do casório!
Eu encontrei a Prill através do blog Vou Casar e Panz e adorei o jeito despojado que ela escrevia! Adorei tb a história dela, bem parecida com a minha, quando casei sem grana, mas com muito amor. Começamos a conversar e ela já tinha cerimonial, uma amiga faria tudo. Uma semana antes do casório recebo um email desesperado dizendo q teve uns probleminhas e que precisaria de mim sim!
Td já estava bem planejadinho e apenas fizemos uns pequenos arremates. No dia contei com a ajuda da Ana Paula Hoffmann (Petits Mariages) com o cerimonial e alguns ajustes na decoração. Chegamos cedinho e, infelizmente, constatamos que a chuva nos impediria de fazer a cerimônia do lado de fora. Acontece, né? Preparamos tudo do lado de dentro e aguardamos a noiva.
A Prill estava linda demais, apesar do bolo que levou da cabelereira (affe!), ela ficou incrível. E tava com um sorriso enooorme, que dava gosto de ver. =]
Toda a decor foi planejada pela noiva e executada pelas amigas, o buffet de crepes estava um delícia e a festa foi super alegre!
Mais fotos e ficha técnica aqui!
Acho que, quem dá uma olhadinha com mais atenção no meu site/blog, entende rapidinho que eu não estou nessa profissão há tanto tempo. A Oh Happy Day tem 1 ano e pouco de vida. =] Nesse tempo já acumulei um bocado de experiência e gostaria de compartilhar um pensamento com vcs.
Na relação entre cerimonialista & noiva (noivos, claro, mas é com a noiva q temos maaais contato), o fator mais importante de todos é a confiança. Já perdi algumas clientes, lá no comecinho, por causa da minha experiência reduzida na época e eu compreendi a todas imensamente. Qd uma noiva vai ao encontro de uma profissional de eventos, ela vai em busca de tranquilidade e segurança e eu sei que algumas pessoas pensam que isso só é possível com um cerimonialista com aaaanos de carreira. Apesar disso, tenho testemunhado, no meu trabalho e no trabalhos de diversos colegas tb em começo de carreira, q essa crença não é verdadeira. Também é possível atingir esse nível de excelência com muito comprometimento, garra e carinho pela profissão e pelas nossas noivas. Mesmo lá no comecinho, quando eu não tinha nenhum portfólio para apresentar, ainda assim eu não era uma “estagiária”, uma jovem recém ingressada no mercado de trabalho ainda aprendendo o que é ser adulto e responsável. Eu já tinha anos de carreira como designer, já havia trabalhado em diversos escritórios e tb por conta própria, e tinha uma casa e um marido pra cuidar. Isso quer dizer que nunca estive no mercado de casamento “a passeio”, a minha mudança de profissão foi uma decisão pensada, investi muito em aprendizado, trabalhei muito para construir a empresa do zero e esse ano me mostrou que meu esforço e iniciativa valeram a pena demais. Hj sei que nasci pra trabalhar com produção de eventos e, a cada cerimônia que assisto e me emociono, entendo q minha realização pessoal e profissional é fazer casamentos acontecerem. =]
Estamos entrando em dezembro e meu último casamento do ano se aproxima. Será o fim de um ciclo maravilhoso, pois será o casamento da minha primeira cliente. Aquela q, lááá em setembro do ano passado, confiou na minha capacidade e no meu trabalho antes que eu mesma soubesse de tudo q eu era capaz. E é dela minha gratidão e carinho.
Escrevi tudo isso pq, hj de manhã, recebi um email/post de uma noiva que casou agora no começo de novembro e que me emocionou demais. Não só pelas palavras gentis e queridas, mas tb pq evidencia o meu crescimento profissional e isso me deixou extremamente feliz.
…
Uma noiva à beira de um ataque de nervos???????
Queridas noivinhas, como uma senhora casada, recém saída de um furacão emocional chamado casamento, me sinto na obrigação moral de compartilhar um pouquinho de um negócio chamado sentimento.
Nunca, nunquinha, sonhei com uma festa de casamento. Sério! Talvez por ter crescido numa família meio bagunçada, não fui adepta de “convenções”. Imaginava que quando encontrasse alguém com quem valesse a pena dividir a minha vida, ia assinar uns papéis e olhe lá, fazer um churrasquinho com os amigos, e pedir a bênção dos meus pastores. Pois bem, quando a gente pensa que as coisas vão seguir do jeito que imaginamos, aí sim é que saem beeeem diferentes.
Pois bem, conheci o Raphael. E no meio de uma história muito improvável (que um dia eu conto), no dia 07/09/2010 fomos conhecer o restaurante de um amigo em Niterói e puft! Decidimos que íamos casar bem ali. No caminho de volta pra casa marcamos a data – 14/11/2011 – afinal, tinha que ser numa ponte de feriado pro povo de SP poder ir (ah, tem esse detalhe: nós moramos em SP e eu inventei de casar no Rio, só pra facilitar a vida).
Aí começou a batalha. Ok, acho que eu preciso apenas de mesas, pratos, talheres, copos e comida. Tá bom né? Um casamento é isso. Aí se precisar colocar uma florzinha ou outra, eu passo no Saara, na Cadeg e mando minha mãe fazer uns arranjinhos. Ah! Umas velinhas também caem bem. Na 25 de Março compro umas. Ótimo! Fechei meu casamento. Gravo um CD com umas músicas legais, uma amiga minha mais descolada organiza esse negócio de cerimônia, e tá tudo certo.
Então tá né… o tempo vai passando, e eu vejo que não é bem assim que a banda toca. Dura que nem um côco, fui pensando em alternativas, porque vi que não ia dar certo esse negócio das amigas arrumarem o lugar, se arrumar, rolar o casamento, desmontar o lugar no dia seguinte… putz, muito complicado! Pensei com meus botões: querido 13º, férias e restinho de poupança, vocês vão ter que entrar na jogada. Como tudo nos céus é muito bem arquitetado, voltou à minha vida uma amiga-irmã de anos que o dia-a-dia acabou afastando, e que tinha largado tudo pra trabalhar com realização de sonhos em forma de casamento. E fui eu junto nessa viagem… Ok Aninha, vambora fazer esse negócio direito!
Em duas semanas, depois de meia dúzia de e-mails, meu casamento estava pronto. Detalhes escolhidos, cores no esquema, flores selecionadas, e pronto! Aí eu ainda tive a cara de pau de falar o seguinte: “Aninha, esse negócio de cerimonial é realmente necessário????” Ouvi um “Como assim??? É fundamental!!!” como resposta e inseri a Julia na minha vida com muuuuito amor.
E assim foram passando os meses, (SIM, MESES!!!) e depois de apenas UMA reunião com as duas principais responsáveis pela realização da maior noite da minha vida, meu casamento aconteceu. Só pra registrar, eu nem tinha idéia de como a Ana e sua equipe iam arrumar as mesas, em que bandeja iam colocar os docinhos, que canto ia ficar o bolo etc… o simples fato de eu confiar CEGAMENTE na capacidade dessas meninas, nem me deixavam pensar nisso. Assim como eu sabia que a Julia em 5 minutos ia saber onde colocar todo mundo, a ordem das músicas, a hora de cortar o bolo, até porque eu não fazia a menor questão de me preocupar com isso, e com a absoluta certeza de que a guria é DIVA nessas coisas. Assim eu podia simplesmente mergulhar na banheira no Copacabana Palace e curtir meu dia de noiva…
Eu disse pra elas uma coisa no fim da festa e digo até hoje: quando a gente sonha a vida inteira com a festa de casamento, pode ter várias coisas que nos frustram porque não saem do jeito que a gente ”sonhou”. Mas quando a gente não alimenta esse sonho, e encontra na vida alguém com quem vale a pena sonhar, tudo vai MUITO além das nossas expectativas.
Nunca vou esquecer o momento que saí do carro, e vi a decoração pelo vidro do restaurante, tudo tão lindo e majestoso, tão além do que eu imaginava e merecia, minhas pernas tremeram e eu agradeci a Deus por ter colocado na minha vida pessoas tão competentes e cheias de amor pelo dia mais importante da minha vida (ok, agora estou chorando rsrs).
Por tudo isso, se posso humildemente dar um conselho de quem cuidou de um casamento a 453 km de distância, é um só: se entreguem e confiem de olhos fechados nos profissionais que vocês contrataram. Eles estudaram pra isso, eles respiram isso, e não é porque eles não ligam ou mandam e-mails pra vocês prestando contas dos detalhes todo santo dia que largaram as coisas de mão. Pelo contrário, são tão competentes que em dias são capazes de fazer tudo ser absolutamente perfeito.
Ataque de nervos??? Na boa, o único que apanha com os nossos piripaques é o coitado do futuro marido.. rs
…
Obrigada pela confiança, Flavinha!


































































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